quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

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Toda coisa que se escreve, se faz ou se pensa, se faz por alguma razão...
Este ilustre blog ou melhor, este ilustre texto que agora vossa senhoria tem o prazer de ler, só foi escrito por uma influência quase que incansável (para não dizer que fui forçado) do excelentíssimo Ph Doctor Rodrigo Follis.
Para os meus amigos que sentem saudades de mim e realmente querem saer como eu estou, diponibilizarei noticias sobre minha pessoa e sobre as pessoas com quem convivo, claro que as informações alheias falarei ao meu ponto de vista, o que não implica que elas tenham que ser realmente verdadeiras, o que no final pode resultar em fofoca.
Ok, vou falar de mim e se os outros estiverem na minha frente coagindo em minha vida acabarei falando deles também

Sem mais delongas começarei pel princípio, a minha saída de São Paulo para cá. Quando digo cá me refiro as Europas, pois estou em Portugal nesse exato momento, e quando parti daí (Brasil) vim em direção à Espanha, ou foi Itália?
Não importa, o importante é que vim e agora vou narrar minha saída daí.

Assim que meus amigos me abandonaram no Unasp e não tiveram a consideração de me levarem nem até a rodoviária de Campinas, ou melhor, nem à portaria do colégio...
Eu desci aqueles infinitos Quilôs-metros (sic) com uma bolsa de 18Kg, uma mala com 5kg e uma mochila com 8kg totalizando 31kg, para a minha felicidade um extranho que eu nunca havia visto na vida teve a bondade de me ajudar a descer minhas bolsas até a portaria, embora ele estivesse de moto. Depois de confiar-lhes prontamente as minhas bolsas para que ele levá-se-las, percebi o que acabara de fazer. Eu realmente tinha onfiado tudo o que eu tinah nas mãos de um cara que eu nunca havia visto na vida. Foi então que eu pensei, que vou fazer se ele resolve sumir com as minhas coisas? Me tranquilizei ao pensar que ele estava de moto e deveria ter uma vontade muito grande de roubar para porder levar as coisas que eu tinha na bolsa pois percebi que andar de moto e levar bolsas não combina muito. Final de tudo, ele deixou minha bolsa na portaria, depois descobri que ele era um guardinha novato e que tava de serviço, mas sem o colete.
Peguei carona com o pai do "Bigode" até a rodoviária de Artur e de lá fiquei esperando até pegar o ônibus até Campinas. Ao descer em Campinas pensei comigo mesmo, como farei para levar esses 31 incômodos kilos comigo até a rodoviária? Embora não seja tão pesado, quando mal distribuídos, parecem ser bem mais pesados. Foi quando vi um motorista vindo com um carrinho de bagagens e com um gringo ao seu lado, tirou as bagagens do gringo e o carro ficou vazio, foi aí que eu pensei: eis a minha oportunidade...

não perca o próximo capítulo...
em breve

5 comentários:

  1. Eu fui o primeiro a ler e a comentar.. rs... mto bom...

    rodrigofollis

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  2. e eu fui o segundo...
    continue assim meu gordinho...

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  3. Sou um fiel leitor seu e toda vez que tiver grana ou tem lerei as suas emoncionantes histórias que parecem mais com Forrest Gump; enfim, é extremamente formidável.

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  4. Rsrsrsrs, bom, nesse rolo fui a última a ler, mas tô me divertindo muito com a história...

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  5. Estou anciosa esperando o proximo episódi!!!espero que nao demore muito a escrever. Pois prometo que lerei todos sem deixar passar uma virgula...

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